Muito além da operação: como governança, ética e desenvolvimento de pessoas estão moldando o futuro da PH

Muito além da operação: como governança, ética e desenvolvimento de pessoas estão moldando o futuro da PH. Entrevista com Marina Miranda.

1. A PH tem investido fortemente em governança nos últimos anos. O que motivou essa evolução?

Acreditamos que o crescimento sustentável exige estruturas sólidas de governança. À medida que expandimos nossas operações, entendemos que era fundamental fortalecer os processos de tomada de decisão, aumentar a transparência e garantir que a estratégia estivesse alinhada aos interesses de longo prazo da companhia e de seus stakeholders.

2. Como os comitês estratégicos e os conselheiros independentes contribuem para esse processo?

Eles trazem diversidade de experiências, visões complementares e maior profundidade nas discussões. Isso eleva a qualidade das decisões e nos ajuda a equilibrar desafios operacionais com temas estratégicos, de inovação e sustentabilidade.

3. Qual o papel da ética na construção da PH do futuro?

A ética é um valor inegociável. Mais do que cumprir normas, buscamos construir relações baseadas em confiança, respeito e integridade. Entendemos que empresas sólidas são aquelas que fazem a coisa certa mesmo quando ninguém está olhando.

4. A criação do Comitê de Ética representa um novo momento para a companhia?

Sem dúvida. A iniciativa reforça nosso compromisso com a integridade e cria mecanismos ainda mais robustos para acolher, analisar e tratar situações que envolvam conduta ética. É um passo importante na consolidação de uma cultura organizacional madura e responsável.

5. O relatório mostra que as pessoas estão no centro da estratégia da PH. Como isso acontece na prática?

Entendemos que resultados sustentáveis são construídos por pessoas engajadas. Por isso investimos continuamente em desenvolvimento, segurança, bem-estar e oportunidades de crescimento. Nossa prioridade é criar um ambiente onde as pessoas possam prosperar profissionalmente e pessoalmente.

6. Os índices de engajamento apresentados são bastante positivos. O que explica esses resultados?

Eles refletem um trabalho consistente de proximidade com as equipes, fortalecimento da liderança e valorização das pessoas. Temos buscado ouvir mais, comunicar melhor e transformar as contribuições dos colaboradores em ações concretas.

7. O conceito de liderança humanizada ganhou destaque no relatório. O que ele significa para a PH?

Significa liderar pelo exemplo, construir relações de confiança e compreender que cuidar das pessoas também é uma estratégia de negócios. Líderes preparados desenvolvem equipes mais fortes, mais engajadas e mais capazes de enfrentar desafios.

8. Como programas como Técnicos do Futuro e a Trilha da Liderança ajudam a preparar a empresa para o futuro?

Eles garantem que estejamos formando continuamente nossos talentos. Investimos tanto na capacitação técnica quanto no desenvolvimento comportamental, preparando profissionais e líderes para um mercado cada vez mais dinâmico e exigente.

9. Como a agenda ESG está integrada ao planejamento estratégico da companhia?

O ESG não é uma iniciativa paralela; ele faz parte da forma como conduzimos os negócios. Questões ambientais, sociais e de governança são consideradas em nossas decisões, investimentos e projetos, contribuindo para a perenidade da empresa.

10. Qual legado a PH deseja construir nos próximos anos?

Queremos ser reconhecidos não apenas pela excelência operacional, mas também pela forma como geramos valor para as pessoas, clientes, comunidades e parceiros. Nosso objetivo é construir uma empresa cada vez mais sólida, ética, inovadora e preparada para as próximas gerações.

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